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Pimp my carroça

5 dez

Já ouviu falar no Pimp my carroça? É um projeto muito bacana criado pelo grafiteiro Mundano e que visa dar visibilidade aos catadores de lixo. E a tal da visibilidade é literalmente falando, com a carroça recebendo reparos e o colorido do grafite, e socialmente falando, trazendo à tona a importância social desse trabalho tão marginalizado. Para se ter uma ideia, de acordo com dados do projeto, só em São Paulo são mais de 20 mil catadores que são responsáveis por coletar mais de 90% do lixo destinado à reciclagem.

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O vídeo abaixo explica a ideia e os objetivos do Pimp my carroça  quando ainda estava na fase de arrecadação de fundos através do crowdfund (recebendo cotas de doação por uma página na internet). Na seguência, o documentário que mostra como foi a primeira ação desenvolvida pelo projeto: num dia de evento no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, os carroceiros receberam um trato nas carroças e neles próprios, com direito a corte de cabelo, massagem, teste de visão, camiseta e capa de chuva personalizados do projeto. Em seguida, foi a vez do Rio de Janeiro receber o evento durante o Rio +20.

O projeto não parou e continua recebendo doações para que possa acontecer em diferetes cidades do Brasil.

 

Ilustrações de Marta Altés

3 dez

Uma amiga postou no Facebook uma das ilustrações da Marta Altés e foi paixão imediata. Como não amar? A série Playing with pencil shavings mistura desenho com restos de lápis apontado, numa brincadeira lúdica linda de se ver!

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Marta Altés, além de ilustradora, é autora de livros infantis. Em seu site dá para conhecer mais de seu trabalho.

Things I’ve said to my children

12 nov

Eu não tenho filhos mas tenho sobrinhos e bolo de rir com as histórias malucas que minha irmã me conta. E por causa dos pequenos, os adultos acabam entrando também num imaginário meio maluco e divertido. Ao se ouvir falando frases aburdinhas por causa de seus filhos, o ilustrator Nathan Ripperger resolveu fazer posters a partir delas. O resultado é hilário e os posters super fofinhos.

Você pode ver mais acessando o flickr ou até comprar os posters pelo Etsy.

Sapatos divertidos

14 set

Bichos e objetos do cotidiano servem de inspiração para o designer israelense Kobi Levi. Se há dúvidas quanto à beleza, ninguem pode negar que seus sapatos são super divertidos!

Para quem gostou da brincadeira, os sapatos estão à venda no site de Kobi Levi, que também tem uma interessante seção com fotos do processo de produção de algumas peças.

Ilustrações de Erté

27 ago

Um dos grandes ilustradores de moda e figurinista do início do século XX, Romain de Tirtoff nasceu na Rússia mas fez carreira na França, onde ficou conhecido por Erté, suas iniciais em pronúncia francesa. Suas lindas ilustrações impressionam pelo traço fino e delicado e pela riqueza de detalhes.

 

 

Para quem quiser ver um pouco do trabalho de Erté, basta clicar aqui.

Audrey e Givenchy

20 ago

No fim de semana assisti a um dos clássicos estrelados por Audrey Hepburn, Cinderela em Paris. Confesso que foi a primeira vez que vi o filme (desculpem a nossa falha…) e amei! A história da vendedora de livros metida a intelectual que se vê na mira de uma editora de moda e de um fotógrafo para ser modelo e vai parar em Paris é narrada com belíssimas imagens, muita música e vestidos maravilhosos de Givenchy, que assina o figurino de Audrey em Paris (o figurino do filme é assinado por Edith Head). O filme ainda tem o famoso fotógrafo de moda Richard Avedon como consultor visual.

Ok, ok, tudo isso não deve ser novidade para um monte de gente. Mas o que eu queria mesmo era compartilhar o vídeo The Fashion Designer and His Muse (em inglês, não achei uma versão com legendas) que vem nos extras da edição de colecionador do DVD. Pamela Keogh, autora de Audrey Style, e o estilista Jeffrey Banks comentam a relação de Audrey e Givenchy como amigos e parceiros profissionais e a importância do figurino na carreira da atriz.

Achei super interessante a observação de Jeffrey, o que é um grande desafio para quem trabalha com figurino: “As roupas nunca ofuscaram Audrey, o que eu acho realmente importante. Você sempre as via. Você percebia as roupas, mas elas não eram o principal. O principal era a mulher que vestia as roupas, e acho que isso também tem a ver com a genialidade de Givenchy ao vesti-la.

Vogue vintage

16 ago

Quanta beleza nas capas da Vogue britânica do início do século passado. As fotos são do flickr da Miss Moss, que está escaneando as suas ilustrações preferidas do livro The Art of Vogue Covers 1909-1940 (dá para comprar no Amazon).


Janeiro de 1927, por Eduardo Benito

 Agosto de 1916, por George Plank

Julho de 1931, por Georges Lepape

Julho de 1924, por Harriet Meserol

Agosto de 1924, por George Plank

Agosto de 1926, por Georges Lepape

Janeiro de 1921, por Harriet Meserol

Junho de 1922, por Harriet Meserol

Via Blue Bus

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